Ana Frazão participa da 4ª Edição do Temas Contemporâneos de Direito Comercial

Ana Frazão debate contratos empresariais complexos no Temas Contemporâneos de Direito Comercial, no Rio de Janeiro

Professora integra painel da 4ª edição do evento, no dia 30 de outubro, no Auditório da ESA OAB/RJ

Ana Frazão está confirmada na 4ª edição do Temas Contemporâneos de Direito Comercial, evento que reúne especialistas para discutir questões atuais do Direito Empresarial. Esta edição acontece no Rio de Janeiro e tem a participação da UERJ, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) e da OAB/RJ.

A professora participa do painel “Contratos empresariais complexos e seus atuais desafios”, na sexta-feira, 30 de outubro de 2026, das 10h30 às 12h. O debate trata das dificuldades de interpretação, execução e equilíbrio dos contratos empresariais em um ambiente de negócios cada vez mais sofisticado, com operações de longa duração, múltiplas partes e alta incerteza.

📍 Auditório da ESA OAB/RJ – Rio de Janeiro/RJ
📅 30 de outubro de 2026 (sexta-feira), das 10h30 às 12h
🎟️ Vagas limitadas. Programação completa e inscrições no link da bio do perfil @temasdireitocomercial, no Instagram.

Ana Frazão participa do 3º Congresso Sul Brasileiro de Direito Comercial, em Curitiba

Professora integra o painel sobre os 50 anos da Lei das S.A., o mercado de capitais e a atuação da CVM

Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a PUCPR, em Curitiba, recebe o 3º Congresso Sul Brasileiro de Direito Comercial. O evento debate inovação, teoria e prática no Direito Empresarial contemporâneo e se apresenta como o maior encontro da área na Região Sul, com mais de 50 painelistas e cerca de 400 participantes.

Ana Frazão participa do Painel 18 – “Os 50 anos da Lei 6.404/76: desafios e oportunidades | Mercado de Capitais e a atuação da CVM”, na sexta-feira, 23 de outubro, das 15h30 às 17h, no Auditório Carlos Costa. Também compõem o painel Paulo Aragão e Ilene Patricia de Noronha, com Oksandro Gonçalves como debatedor e presidência de Eduardo Agustinho.

O painel marca o cinquentenário da Lei das Sociedades por Ações, um dos pilares do Direito Societário brasileiro. A discussão trata de como o diploma respondeu às transformações do mercado de capitais ao longo de cinco décadas e dos desafios que permanecem para a regulação e a supervisão exercidas pela Comissão de Valores Mobiliários.

Programação

Em dois dias e dois auditórios simultâneos, o congresso reúne 18 painéis sobre os principais temas do Direito Empresarial:

  • Direito Societário: deveres fiduciários, desafios atuais do Direito Societário, dissolução parcial de sociedades limitadas e apuração de haveres, desconsideração da personalidade jurídica, governança corporativa, compliance e ESG, M&A e solução de disputas societárias, empresas familiares e planejamento sucessório.
  • Insolvência: financiamento de empresas em crise (DIP finance e ativos essenciais), aspectos processuais da insolvência, temas avançados de falência e de recuperação judicial, recuperação extrajudicial e a crise no agronegócio, com foco na recuperação judicial do produtor rural.
  • Contratos e novas tecnologias: questões controvertidas nos contratos empresariais, tutelas de urgência no âmbito societário, e propriedade intelectual e inteligência artificial.

A conferência de abertura, no dia 22, é de Alfredo de Assis Gonçalves Neto. O encerramento, no dia 23, fica a cargo de Marcia Carla Pereira Ribeiro.

📍 PUCPR – Rua Imaculada Conceição, 1155, Prado Velho, Curitiba/PR
📅 Painel 18: sexta-feira, 23 de outubro de 2026, das 15h30 às 17h, no Auditório Carlos Costa
🔗 Programação completa e inscrições: https://www.congressosuldc.com.br/programacao


O parágrafo sobre o conteúdo do painel foi escrito a partir do título, porque o site não traz um resumo.

Antes de publicar, vale confirmar o local: o endereço da programação é da PUCPR, em Curitiba, mas a descrição interna do site menciona a PUCRS.

Fonte: Programação – 3º Congresso Sul Brasileiro de Direito Comercial

Ana Frazão debate proteção de dados e plataformas digitais no Diálogos: IA e Advocacia, evento da AASP

Evento presencial na sede da AASP, em São Paulo, reúne especialistas para discutir os impactos da inteligência artificial na prática jurídica

No dia 16 de outubro de 2026, a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) realiza o Diálogos: IA e Advocacia, encontro que reúne especialistas em Direito e tecnologia para discutir como a inteligência artificial vem transformando a advocacia. A programação vai das 8h45 às 16h30 e trata de cibersegurança, direitos digitais, proteção de dados e uso da IA no processo civil, no trabalho, no Judiciário e no ensino jurídico.

Ana Frazão integra o Painel 8 – “Proteção de Dados e Plataformas Digitais”, ao lado de Caitlin Mulholland, com moderação de Patricia Anastácio. O painel faz parte do bloco de debates da tarde, a partir das 14h. A discussão aborda os desafios jurídicos do tratamento de dados pessoais no ambiente das plataformas digitais e o papel da regulação diante do avanço da inteligência artificial.

O encerramento terá a plenária “IA – o que esperar para 2027?”

📍 AASP | Unidade Centro – Rua Álvares Penteado, 151, Centro, São Paulo/SP
📅 16 de outubro de 2026 (sexta-feira), a partir das 14h
🎟️ Inscrições pagas e vagas limitadas: https://iaeadvocacia.aasp.org.br/

Ana Frazão Participa do Congresso Internacional sobre Regulação, Novas Tecnologias e Direitos Humanos.

Ana Frazão discute regulação da IA em congresso internacional na Unisinos

Professora fala sobre riscos, incertezas e o princípio da precaução no Congresso Internacional Direitos Digitais e Inteligência Artificial, em Porto Alegre

Nos dias 21 e 22 de outubro de 2026, a Unisinos, em Porto Alegre (RS), sedia o Congresso Internacional sobre Regulação, Novas Tecnologias e Direitos Humanos – Direitos Digitais e Inteligência Artificial. O evento reúne especialistas para discutir os desafios jurídicos trazidos pelas novas tecnologias.

Ana Frazão é uma das palestrantes convidadas. Ela apresenta o tema “Regulação da IA: riscos, incertezas e princípio da precaução” na manhã de 21 de outubro, das 8h30 às 12h, nas salas 808 e 809. A palestra aborda como o Direito pode responder aos riscos da inteligência artificial em um cenário de profunda incerteza, e qual o papel do princípio da precaução na construção de um marco regulatório adequado.

📍 Unisinos – Porto Alegre/RS | Salas 808 e 809
📅 21 de outubro de 2026, das 8h30 às 12h
🔗 Inscrições e programação: https://eventos.unisinos.br/inteliartif/

EDG e Insolvência – Principais repercussões da integridade socioambiental para a disciplina da crise da empresa.

Em nova coluna no JOTA, Ana Frazão discute como a agenda ESG ressignifica os propósitos da recuperação empresarial

Nem toda empresa em crise deve ser salva a qualquer preço. Partindo de sua palestra no 5º Congresso do Centro de Mulheres na Reestruturação Empresarial, realizado em São Paulo em 17 de setembro, Ana Frazão defende que o sucesso da recuperação não pode ser medido apenas pela aprovação do plano pelos credores. Para ela, a recuperação deve ser condicionada à manutenção de atividades compatíveis com a integridade socioambiental.

A coluna examina quem de fato suporta os custos da insolvência e os riscos de planos financeiramente “excelentes” construídos sobre cortes de controles e de investimentos sociais e ambientais. Também aborda a necessidade de uma nova leitura do fresh start e os desafios interpretativos do art. 47 da Lei de Falências.

📖 Leia a coluna completa no JOTA: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/constituicao-empresa-e-mercado/esg-e-insolvencia

Coluna da Ana Frazão no Jota de 01/10: Segredo de empresa e sigilo processual – Como conciliar a proteção do segredo com o direito à prova e ao contraditório e com a efetividade da jurisdição?

Ana Frazão discute os limites do segredo de empresa nos processos judiciais e arbitrais

Em novo artigo da coluna Constituição, Empresa e Mercado, do portal JOTA, a Professora Ana Frazão pergunta como conciliar a proteção do segredo de empresa com o direito à prova, o contraditório e a efetividade da jurisdição. O tema ganha peso com a economia digital, em que muitas condutas ilícitas são praticadas por algoritmos opacos.

Segredo de empresa não é imunidade

O artigo reconhece a importância do segredo de empresa para preservar o valor criado pelos agentes econômicos e as condições de concorrência. Mas lembra que, se for tratado como absoluto, ele pode virar uma verdadeira imunidade diante da jurisdição estatal ou arbitral. Segundo a autora, o próprio art. 206 da Lei de Propriedade Industrial admite a quebra do segredo em juízo, desde que haja as devidas cautelas.

Frase de destaque:

“O segredo de empresa não confere – nem pode conferir – ao seu titular, proteção absoluta em termos probatórios.”

Soluções processuais para um equilíbrio possível

A professora propõe alguns caminhos para os julgadores:

  • critérios consistentes para definir o que é segredo de empresa;
  • distribuição adequada do ônus de justificar o sigilo e a quebra, inclusive para evitar fishing expeditions;
  • sigilo processual granularizado, com versões dos documentos com tarjas;
  • confidentiality clubs, em que só alguns advogados, peritos e o julgador acessam a prova completa;
  • data rooms.

O texto cita decisões do STJ, como o caso Decolar e a figura do inventariante digital. Também alerta para os riscos da proteção absoluta do código-fonte na economia digital.

Frase de destaque:

“Se a proteção ao código for absoluta, os agentes que deles se utilizam terão uma verdadeira imunidade para violar direitos alheios sem que os atingidos possam comprovar a violação.”

O artigo reforça a contribuição de Ana Frazão para o debate sobre direito empresarial, concorrência e processo.

🔗 Leia o artigo completo no JOTA: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/constituicao-empresa-e-mercado/segredo-de-empresa-e-sigilo-processual

Estreia do Podcast Direito e Economia com Ana Frazão: Direito e Economia, com Nuno Garoupa.

No episódio, Ana Frazão conversa com Nuno Garoupa, Economista, Professor de Direito na George Mason University, Presidente da Associação Europeia de Direito e Economia e uma das maiores autoridades mundiais no assunto. O professor explica o que é exatamente essa área de pesquisa e como a economia pode ajudar no desenho de regras jurídicas e também no seu enforcement. Dentre os tópicos explorados, estão a relação entre as análises econômicas e a economia neoclássica, as outras áreas da economia que precisam estar no radar de juristas atualmente, como a economia comportamental e a economia institucional, bem como as diferenças entre a análise positiva e a preditiva, inclusive para o fim de reconhecer o lado ideológico das últimas. O professor Garoupa ainda trata das dificuldades e limitações das análises econômicas, tais como os desafios para predições, a suposta neutralidade e as restrições dos métodos quantitativos. Por fim, o professor reflete sobre se e em que medida a utilização de critérios econômicos nas decisões judiciais leva a decisões mais pro mercado e como encontrar um caminho de equilíbrio entre a racionalidade econômica e a racionalidade jurídica.

Estreia do Podcast Direito Digital de Setembro: Acordo Bilionário da META

O EP#62 do podcast Direito Digital, apresentado pelas professoras Ana Frazão e Caitlin Mulholland, já está no ar. O episódio analisa o acordo bilionário que a Meta fechou nos Estados Unidos para encerrar as ações que a acusavam de projetar o Facebook e o Instagram para tornar crianças e adolescentes dependentes.

Um acordo histórico

O acordo foi anunciado em agosto e chega a cerca de US$ 18 bilhões. Ele encerra processos movidos por procuradores-gerais de dezenas de estados norte-americanos. As acusações diziam que o design das plataformas estimulava o uso compulsivo, com impactos sobre a saúde mental de jovens, e que os consumidores foram enganados sobre a segurança dos serviços. A Meta continua negando as acusações.

Frase de destaque:

“Quando o modelo de negócios depende da atenção do usuário, o próprio design da plataforma passa a ser uma questão jurídica.”

Do litígio à regulação pelo design

O acordo não se limita ao valor. Ele impõe à empresa obrigações concretas sobre como os aplicativos funcionam:

  • restrições ao uso por adolescentes durante a noite;
  • silenciamento de notificações no horário escolar;
  • limites a filtros de beleza e à contagem de curtidas;
  • mecanismos mais rigorosos de verificação de idade;
  • supervisão por um auditor independente.

No episódio, as apresentadoras discutem o que o caso revela sobre a responsabilidade das plataformas por suas escolhas de arquitetura. Também tratam dos limites da autorregulação, da proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e dos possíveis reflexos do debate para o Brasil.

🎧 Ouça o episódio completo no Spotify: https://open.spotify.com/episode/4m8rsXZL20XKYFuEYhIsqh

Ana Frazão participa do 8º Congresso Brasileiro de Direito Processual Empresarial

A Professora Ana Frazão participou do 8º Congresso Brasileiro de Direito Processual Empresarial, realizado nos dias 24 e 25 de setembro de 2026 no Auditório da AASP, em São Paulo. O evento foi organizado pela Associação Congresso de Direito Processual Empresarial (APROEMP).

O congresso reuniu alguns dos principais nomes do direito processual empresarial para discutir temas atuais e os rumos da disciplina no Brasil. A comissão organizadora foi formada pelos professores Fábio Ulhoa Coelho, Flávio Luiz Yarshell, Guilherme Setoguti, Marcelo Guedes Nunes, Marcelo Godke e Uinie Caminha.

Sigilo no processo empresarial

Ana Frazão integrou o painel “Sigilo no processo empresarial: hipóteses e técnicas”, em 24 de setembro. Também participaram os professores Ricardo Aprigliano, Ana Marcato e Helena Abdo, com moderação de Fábio Henrique Prado de Toledo.

O painel discutiu um desafio cada vez mais presente nos litígios empresariais: proteger informações sensíveis e segredos de empresa sem sacrificar o direito à prova, o contraditório e a efetividade da jurisdição, seja estatal ou arbitral.

Frase de destaque:

“O segredo de empresa não confere – nem pode conferir – ao seu titular, proteção absoluta em termos probatórios.”

Técnicas para equilibrar sigilo e prova

A professora vem se dedicando ao tema. Em artigo recente na coluna Constituição, Empresa e Mercado, do JOTA, ela analisa técnicas como:

  • sigilo processual granularizado;
  • versões dos documentos com tarjas;
  • confidentiality clubs;
  • data rooms.

Todas buscam conciliar a proteção do segredo com o acesso à prova, sobretudo na economia digital, em que muitos ilícitos são praticados por algoritmos opacos.

Frase de destaque:

“É preciso encontrar um equilíbrio entre a proteção do segredo de empresa e os demais interesses que se projetam sobre os processos judiciais e arbitrais.”

A participação reforça a contribuição de Ana Frazão para o debate sobre direito empresarial, processo e concorrência.

🔗 Saiba mais sobre o evento: https://processoempresarial.com.br/

Coluna da Ana Frazão no Jota de 24/09: Direito de acesso ao mundo digital – Novos contornos da discussão em razão dos avanços tecnológicos.

Ana Frazão analisa os novos contornos do direito de acesso no mundo digital

Em artigo publicado em 24 de setembro de 2026 na coluna Constituição, Empresa e Mercado, do portal JOTA, a Professora Ana Frazão discute como os avanços tecnológicos estão transformando o debate sobre o direito de acesso. Esse tema foi tratado tradicionalmente pelo direito concorrencial e regulatório a partir da doutrina das essential facilities.

Dos gargalos físicos aos ecossistemas digitais

No artigo, a professora mostra que os gargalos competitivos não se limitam mais às infraestruturas físicas. Eles passam a incluir plataformas, sistemas operacionais, APIs, app stores, conjuntos de dados, meios de pagamento, infraestruturas de nuvem e sistemas de ranking. Nesse cenário, não basta estar na plataforma. O posicionamento e a visibilidade são decisivos para que haja rivalidade de fato.

Frase destaque:

“Na economia digital, o foco da discussão deixa de ser propriamente sobre quem tem a propriedade da infraestrutura e se desloca para quem tem a governança do ecossistema tecnológico.”

Dados, interoperabilidade e governança algorítmica

O texto também aborda:

  • o debate sobre considerar os dados pessoais como essential facilities;
  • os desafios práticos do compartilhamento de dados;
  • o papel da interoperabilidade;
  • os riscos da falta de transparência na governança algorítmica, sobretudo quando o titular da infraestrutura concorre com os próprios usuários.

A autora trata ainda da regulação ex ante, com o Digital Markets Act europeu e o PL 4675/2025, conhecido como “DMA brasileiro”. Também menciona os novos desafios trazidos pela inteligência artificial e pela transição verde.

“Tudo leva a crer que precisamos de um pacote normativo que vai além das questões concorrenciais e, mesmo no que se refere a elas, pode exigir outras abordagens que não a oferecida pelo tradicional controle antitruste de condutas.”

O artigo reforça a contribuição de Ana Frazão para o debate sobre concorrência, regulação e economia digital.

🔗 Leia o artigo completo no JOTA: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/constituicao-empresa-e-mercado/direito-de-acesso-no-mundo-digital