EDG e Insolvência – Principais repercussões da integridade socioambiental para a disciplina da crise da empresa.

Em nova coluna no JOTA, Ana Frazão discute como a agenda ESG ressignifica os propósitos da recuperação empresarial

Nem toda empresa em crise deve ser salva a qualquer preço. Partindo de sua palestra no 5º Congresso do Centro de Mulheres na Reestruturação Empresarial, realizado em São Paulo em 17 de setembro, Ana Frazão defende que o sucesso da recuperação não pode ser medido apenas pela aprovação do plano pelos credores. Para ela, a recuperação deve ser condicionada à manutenção de atividades compatíveis com a integridade socioambiental.

A coluna examina quem de fato suporta os custos da insolvência e os riscos de planos financeiramente “excelentes” construídos sobre cortes de controles e de investimentos sociais e ambientais. Também aborda a necessidade de uma nova leitura do fresh start e os desafios interpretativos do art. 47 da Lei de Falências.

📖 Leia a coluna completa no JOTA: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/constituicao-empresa-e-mercado/esg-e-insolvencia

Coluna da Ana Frazão no Jota de 17/09: A urgente necessidade de desaceleração dos avanços da IA – O recente e inesperado consenso no sentido da importância de contenção dos graves riscos já mapeados.

Nova coluna no JOTA analisa o inesperado consenso entre Gates, Bengio, Amodei, Altman e Musk sobre os riscos da IA — e por que ele torna a regulação inadiável.

Em dezoito dias, os nomes que mais ganharam com a inteligência artificial admitiram publicamente que a tecnologia se tornou perigosa. Na coluna Constituição, Empresa e Mercado publicada no JOTA em 17 de setembro, Ana Frazão percorre esse giro — do manifesto “We Must Act Now”, assinado por mais de 400 economistas e pesquisadores, à demissão do pesquisador da Anthropic que estima em mais de 10% o risco de extinção da humanidade, até o apelo de Dario Amodei por uma desaceleração coordenada, endossado por Sam Altman e Elon Musk.

A colunista sustenta que a discussão sobre se a IA deve ser regulada está superada: resta definir como. Recorrendo ao argumento de Ezrachi e Stucke em Competition Overdose, mostra que a competição sem regras claras leva os agentes econômicos a criar riscos excessivos e externalidades negativas — exatamente o que se observa hoje no mercado de IA. A autorregulação, além do déficit democrático, esbarra em riscos concorrenciais. Para Ana Frazão, regulações domésticas como o PL 2338 e a cooperação internacional são as únicas alternativas compatíveis com a urgência do tema: “esse não é um mero problema de mercado, mas sim um problema dos Estados e da própria humanidade”.

Para ler na íntegra, acesse: https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/constituicao-empresa-e-mercado/a-urgente-necessidade-de-desaceleracao-dos-avancos-da-ia

Estreia do Poscast Direito e Economia com Ana Frazão: Crescimento e desenvolvimento econômico no Brasil, com Samuel Pessoa.

No episódio, Ana Frazão conversa com Samuel Pessoa, Pesquisador Associado da FGV IBRE e do BTG Pactual e Colunista da Folha de SP. A partir de uma oposição entre visões ortodoxas e heterodoxas, o entrevistado explica, de modo muito didático, questões fundamentais para o debate brasileiro, tais como (i) as diferenças entre crescimento e desenvolvimento econômico e em que medida a redução da desigualdade está relacionada às duas questões, (ii) as razões pelas quais o Brasil não cresce, assim como as reais perspectivas de crescimento, (iii) o problema da baixa produtividade da economia brasileira e (iv) as relações entre Estado e mercado, inclusive para o fim de realizar uma análise crítica sobre o papel das políticas industriais no Brasil. O professor ainda faz uma breve análise sobre os resultados econômicos do Governo Lula 3 e mapeia algumas das preocupações que precisam pautar o debate econômico no Brasil.

Para escutar clique aqui: https://open.spotify.com/episode/5rGQefI1VfbbJQKhcMubFh